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sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

A Ordem Unida e o Comunismo - J Reuben Clark Jr.




Discurso proferido pelo Presidente J Reuben Clark Jr., Primeiro Conselheiro na Primeira Presidência, na segunda sessão da Conferência Geral de outubro de 1942.

Irmãos:

Tenho tentado por uma semana livrar vocês dessa experiência, mas o irmão Mckay, tão gentil, tão doce e tão misericordioso, tem sido perfeitamente inflexível. Então, eu estou diante de vocês aqui não para pregar, mas para entrar em conselho com vocês.

Há uma grande quantidade de equívocos entre nosso povo no que diz respeito a Ordem Unida. Eu não tenho sido capaz de acreditar que a Ordem Unida significa o que algumas pessoas pensam que ela significa, então, nos últimos meses, passei um pouco de tempo lendo as revelações sobre ela, também lendo nossa história e dando alguma consideração a uma dissertação que foi escrita sobre a Ordem.


Há um crescente, e temo que esteja crescendo ainda mais, sentimento de que o comunismo e a Ordem Unida são virtualmente a mesma coisa, o comunismo sendo apenas o precursor, para assim dizer, do restabelecimento da Ordem Unida. Fui informado que ex-bispos, e mesmo bispos, que pertencem a organizações comunistas, estão pregando essa doutrina. Então eu penso que talvez, se eu dizer apenas algumas palavras para vocês hoje à noite sobre a forma como eu interpreto as revelações que estão impressas sobre isso em D&C (se há outras revelações sobre a Ordem, eu não as conheço), penso que se eu dizer algumas coisas sobre ela, isso seria útil. Eu recomendo que vocês, meus irmãos, leiam algumas das sessões de D&C que cobrem esse assunto, começando com as sessões 42 e 51. (vejam também as sessões 70, 78, 82, 85, 90, 90, 96 e 104.) Se você percorrer essas sessões, tenho certeza que você achará que minha explicação sobre a Ordem Unida estará substancialmente precisa.

Primeiros desvios

Posso dizer, para começar, que na prática os irmãos do Missouri se desviaram, em suas tentativas de estabelecer a Ordem Unida, dos princípios estipulados nas revelações. Isso também é verdade para as organizações criadas aqui em Utah depois que os santos vieram para as Montanhas Rochosas. Até onde vi, foi preservado apenas um documento que se supõe ser um instrumento legal usado em relação ao disposto na Ordem Unida, e esse documento está sem data. É dito que ele foi encontrado entre os documentos do Bispo Partridge. Era um documento de "contrato de concessão." Você pode ter ouvido essa frase antes. Sob esse instrumento a Igreja concedia a Titus Billings uma certa quantidade de bens imóveis e emprestava a ele uma certa quantidade de propriedades pessoais.


Esse documento não está de acordo com os princípios formulados nas revelações no tocante a Ordem Unida.

O princípio básico de todas as revelações sobre a Ordem Unida é que todas as coisas que temos pertencem ao Senhor; portanto, o Senhor pode solicitar qualquer e todas das propriedades que temos, porque elas pertencem a Ele. Isso, eu repito, é um princípio básico. (D&C 104:14-17, 54-57)

Um dos lugares no qual alguns dos irmãos estão se desnorteando é esse: Há contínua referência nas revelações a igualdade entre os irmãos, mas acho que vocês só irão encontrar um lugar onde essa igualdade é realmente descrita, embora outras revelações se refiram a ela. Essa revelação (D&C 51:3) afirma que todo homem deve ser igual "de acordo com sua família e de acordo com suas condições e suas carências e necessidades." (Ver também D&C 82:17; 78:5-6) Obviamente, esse não é um caso de igualdade "absoluta." É "igualdade" que irá variar tanto quanto as circunstâncias, as famílias, os desejos e as necessidades dos homens podem variar.

Consagração


Em seguida, sob a Ordem Unida, cada homem era chamado para consagrar para a Igreja toda propriedade que possuía; o imóvel era transferido para a Igreja, como eu entendo as revelações, por meio de uma escritura de pleno domínio. Assim, a propriedade de um homem tornava-se absolutamente a propriedade da Igreja. (D&C 42:30; 72:15) Logo depois, o bispo devolvia para o doador pelo mesmo tipo de escritura, de pleno domínio, e também transferia para ele por um instrumento equivalente, tanta propriedade pessoas quanto interessasse, aquela quantidade de imóvel e propriedade pessoal, que, os dois seres firmavam juntos, seria necessária para que o indivíduo sustentasse a si mesmo e sua família "de acordo com sua família e de acordo com suas condições e suas carências e necessidades." Isso o homem mantinha como sua propriedade pessoal. (D&C 42:32; 51:4-6; 83:3)

Em outras palavras, fundamental para a Ordem Unida era a certidão de propriedade privada, todos os homens tinham sua própria propriedade com a qual ele poderia assegurar aquilo que era necessário para o sustento próprio e de sua família. Não há nada nas revelações que indicaria que essa propriedade não poderia ser alienada livremente segundo a vontade de seu proprietário. Ela não contemplava que a Igreja deveria ter a propriedade de tudo ou que nós deveríamos no tornar na Igreja, com referência à nossa propriedade e de outro modo, o mesmo tipo de autômato, manequim, que o comunismo faz do indivíduo, com o Estado permanecendo à frente em vez da Igreja. 

Agora, aquela parte da propriedade dos homens que não retornou para ele, se ele tinha mais do que o necessário segundo a regra de "igualdade" já mencionada, torna-se propriedade comum da Igreja, e essa propriedade comum era usada para ajudar os pobres da Igreja. Fala-se dessa parte nas revelações como o "restante" de propriedade. (D&C 42:34-36)

Porções de terra


Além disso, pretendia-se, embora aparentemente não tenha dado muito certo, que os pobres que estavam chegando a Sião, e por Sião eu quero dizer, aqui, no Missouri, os pobres que chegavam a Sião deveriam receber porções de terra, terra essa que era para ser ou comprada do governo (tinha sido planejado comprar grandes áreas do governo), ou compradas de indivíduos, ou recebidas como consagrações de membros da Igreja. A quantidade de "porções" deveria ser dada de forma a torná-los iguais aos outros de acordo com suas condições, suas famílias, suas carências e necessidades.

A terra que você recebia do bispo por escritura, seja ela parte da terra que você mesmo doou para a Igreja, ou concedidas pela Igreja como indicado, e a propriedade pessoal que você recebia, eram todas algumas vezes chamadas de "porções" (D&C 51:4-6), algumas vezes de "mordomia" (D&C 104:11-12) e algumas vezes de "herança." (D&C 83:3)

Como acabamos de indicar, havia outros tipos de heranças e mordomias além de terras ou meras propriedades pessoais; por exemplo, o Profeta Joseph Smith e outros possuíam mordomias que consistiam em revelações e mandamentos (D&C 70:1-4); a outros foram dadas mordomias envolvendo a casa da impressão (D&C 104:29-30); outras mordomias eram estabelecimentos comerciais. (D&C 104:39-42)

Excedentes 

Repito, o que quer que o mordomo produzisse a partir da porção concedida a ele que estivesse acima do necessário para manter sua família de acordo com o padrão fornecido, como já mencionado acima, era devolvido pelo mordomo ao bispo, e essa quantidade de excedente, além dos resíduos sobre os quais já me referi, iam para o armazém do bispo (D&C51:13 e citações acima), e os materiais do armazém deveriam ser usados para criar porções, como indicado acima, para o cuidado dos pobres (D&C 78:3), para as viúvas e órfãos (D&C 83:6) e para os élderes da Igreja engajados no ministério, que deveriam pagar pelo que recebiam se pudessem, mas se não, seu serviço fiel deveria pagar pela dívida ao prestarem contas ao bispo. (D&C 72:11)  

Outras instituições

Então, a medida que o tempo passou e o sistema se desenvolveu, o Senhor criou duas outras instituições além do armazém: uma era conhecida como Tesouro Sagrado, no qual era colocada a "receita das coisas sagradas na tesouraria, para propósitos sacrossantos." Embora não seja claro, parece que nesse tesouro deveria ser colocado os excedentes derivados da publicação das revelações, o Livro de Mórmon, a Pérola de Grande Valor e outras coisas semelhantes, a mordomia delas havia sido dada a Joseph Smith e outros. (D&C 104:60-66) O Senhor também previu a criação de "um outro tesouro," e neles outra tesouraria enviava as receitas gerais que chegavam para a Igreja, como doações em dinheiro e as receitas derivadas do melhoramento das mordomias quando distinta dos resíduos da consagração original e dos excedentes que vinham da exploração das mordomias. (D&C 72:11 em diante) 

As considerações anteriores são um esboço geral reunido das revelações da lei da Ordem Unida, a qual o Senhor se referiu como "minha lei." (D&C 44:6;51:15) Há passagens nas revelações que, tiradas de seu contexto e sem ter em mente o sistema completo, podem ser consideradas inconsistentes com o algumas das coisas que eu propus, mas todas essas passagens cairão por terra se o programa completo for observado como contido em todas as revelações. 

A propriedade privada é fundamental

O princípio fundamental desse sistema foi a posse privada da propriedade. Cada homem possuía sua porção, ou herança, ou mordomia, com um título absoluto que ele poderia vender, hipotecar, ou, de outra forma, considerar como seu próprio. A Igreja não possuía todas as propriedades, e a vida sob a Ordem Unida não era uma vida coletivista, como o próprio Profeta Joseph falou, (History of the Church, Volume III, p. 28) a Ordem Unida é um sistema individualista, não um sistema coletivista.

O Plano de Bem-Estar e a Ordem Unida

Temos dito que o Plano de Bem-Estar não é a Ordem Unida e que ele não foi concebido para ser. Porém, gostaria de sugerir para vocês que talvez, depois de tudo, quando o Plano de Bem-Estar estiver em completa operação, ele ainda não está, não vamos estar tão distantes de realizar os grandes fundamentos da Ordem Unida.

Em primeiro lugar eu repito mais uma vez, a Ordem Unida reconhece e foi edificada sobre o princípio da propriedade privada; tudo que um homem tinha e onde viviam sob a Ordem Unida, era seu.  Obviamente, o princípio fundamental de nosso sistema hoje é a posse privada da propriedade. 

Em seguida, em vez de resíduos e excedentes que foram acumulados e adquiridos com a Ordem Unida, temos hoje nossas ofertas de jejum, nossas doações de bem-estar e nossos dízimos, todos os quais podem ser destinados para o cuidado dos pobres, bem como para apoiar as atividades e os negócios da Igreja. Depois de tudo, a Ordem Unida foi concebida essencialmente para edificar um sistema sob o qual não deveria haver ninguém ignominiosamente pobre, e esse é o propósito, também, do Plano de Bem-Estar. 

Sobre isso, deve-se observar que está claro nessas revelações anteriores, bem como em nossa história, que o Senhor teve, ainda muito cedo, que falar ao povo sobre a iniquidade da ociosidade, e a iniquidade da ganância, porque os irmãos que tinham não estavam doando apropriadamente, e aqueles que não tinham estavam pretendendo viver sem trabalhar pelas coisas que estavam para ser recebidas daqueles que tinham propriedade. (D&C 56:16-20)

Armazéns e Projetos

Além disso, tínhamos sob a Ordem Unida um armazém do bispo no qual eram coletados materiais para satisfazer a necessidade e desejos dos pobres. No Plano de Bem-Estar nós temos um armazém do bispo usado para o mesmo propósito. 

Como já indiquei, as propriedades excedentes que chegavam na Igreja com a lei da consagração, sob a Ordem Unida, tornava-se "propriedade comum" da Igreja (D&C 82:18) e eram usadas na Ordem Unida para o benefício dos pobres. Temos agora no Plano de Bem-Estar, por toda a Igreja, fazendas de bem-estar das Alas. Em alguns casos as terras eram de propriedade das Alas, em outros elas eram alugadas pelas Alas ou emprestadas a elas por particulares. Essas terras tem sido usadas para o benefício dos pobres, onde você pode encontrar pobres para trabalhar nelas. 

Temos no lugar dos dois tesouros, o "Tesouraria Sagrada" e a "Outra Tesouraria," os fundos gerais da Igreja. 

Assim vocês verão, irmãos, que em muitos de seus grandes elementos, temos, como o Plano de Bem-Estar está agora desenvolvido, os grandes fundamentos da Ordem Unida. Além disso, tendo em mente a assistência que tem sido dada de tempos em tempos e em várias alas para ajudar a estabelecer pessoas nos negócios e na agricultura, temos um plano que não é essencialmente diferente daquele que funcionava na Ordem Unida, quando eram dadas aos pobres porções de um fundo comum.

Agora, irmãos, a Igreja tem feito um tremendo avanço no Plano de Bem-Estar. E ainda faremos maiores avanços. Como dito na mensagem da Primeira Presidência nessa manhã, oficiais do governo tem nos falado que enfrentamos o que costumamos chamar de "tempos difíceis." Se o Plano de Bem-Estar estiver em plena operação, seremos capazes de cuidar de cada santos dos últimos dias desamparado, onde quer que ele esteja. 

A Constituição

Agora, gostaria de dizer alguma coisa a mais, irmãos, novamente por meio de conselho, eu serei acusado, quando eu falar, de estar falando sobre política, e talvez nesse ponto eu posso dizer que não leio cartas anônimas, quando elas chegam eu simplesmente as jogo no lixo. Eu leio apenas o suficiente de cartas grosseiras que são enviadas para saber que elas são grosseiras, e então elas seguem o mesmo destino. Então é inútil para qualquer um tentar tomar qualquer sentimento pessoal dessa forma.

Vocês e eu temos ouvido durante todas nossas vidas que chegará o tempo quando a Constituição estará pendurada por uma linha. Eu não sei se é por uma linha ou por uma pequena corda que ela está agora pendurada, mas eu sei que seja o que for, viver e morrer está agora na balança. 

Eu disse antes para vocês, irmãos, que para mim a Constituição é parte de minha religião. Em seu devido lugar, ela é tão parte de minha religião como qualquer outra parte. Ela é parte de minha religião porque ela é uma daquelas instituições que Deus levantou para seu próprio propósito, e, como um dos irmãos disse hoje, foi erguida para que essa Igreja pudesse ser estabelecida, porque sob nenhum outro governo no mundo poderia a Igreja ter sido estabelecida como foi sob esse governo.

Penso que minha associação com vocês na Igreja depende se eu aceito ou não as revelações e princípios que Deus tem revelado. Se eu não estou disposto a fazer isso, então eu não mereço essa associação. Qualquer um que deixe de aceitar as revelações e os princípios que Deus tem revelado está, precisamente, na mesma situação. 

Na seção 101 de D&C, que contém uma revelação recebida pelo Profeta em 1833, quando a perseguição em Missouri estava em seu auge, o Senhor disse aos irmãos que eles deveriam apelar por ajuda. Então Ele acrescentou esses versículos, que eu quero ler para vocês:


De acordo com as leis e a constituição do povo, que permiti fossem estabelecidas e que devem ser mantidas para os direitos e a proteção de toda carne, segundo princípios justos e santos;

 Para que todo homem aja, em doutrina e princípio relativos ao futuro, de acordo com o arbítrio moral que lhe dei, para que todo homem seja responsável por seus próprios pecados no dia do juízo.

 Portanto, não é certo que homem algum seja escravo de outro.


E com esse propósito estabeleci a Constituição deste país, pelas mãos de homens prudentes que levantei para esse propósito; e redimi a terra pelo derramamento de sangue.

Influência nas Américas

Irmãos, eu suponho que todos saibam, mas vou recordar isso para sua atenção, que a Constituição dos Estados Unidos é a lei básica para todas as Américas, ou Sião, como foi definido pelo Senhor.

Vocês, irmãos do Canadá, sabem que seu grande Ato da América do Norte Britânica, em seus princípios fundamentais, é baseado em nossa Constituição, e sabem que, nos tribunais do Canadá, os relatórios de nossa Suprema Corte e de nossos tribunais federais em geral, são tão persuasivos quanto as decisões dos tribunais da Inglaterra, e ainda mais quando questões de lei constitucional e interpretação constitucional estão envolvidas. 

Vocês irmãos também sabem que do Rio Grande ao Cabo Horn não há governo constitucional que não tenha sido influenciado principalmente por nossa própria Constituição. No México, o partido revolucionário, que mais de um século atrás rebelou-se contra o Rei da Espanha e estabeleceu uma República, copiou quase que literalmente, e praticamente de um dia para o outro, nossa Constituição e fazendo dela a sua própria. Nem o México nem outros países ao Sul interpretam suas constituições como nós interpretamos a nossa. Eles têm diferentes padrões e diferentes cânones de interpretação, pois o sistema fundamental desses países é o civil law, enquanto o nosso é o common law. Mas os grandes fundamentos daquele documento, a Constituição dos Estados Unidos, que o próprio Deus inspirou, é a lei de Sião, as Américas.

A Lei de Sião

Portanto, irmãos, espero que entendam que quando começarmos a adulterar a Constituição começaremos a adulterar a lei de Sião, que o próprio Deus estabeleceu, e ninguém pode menosprezar a palavra de Deus impunemente. 

Agora, eu não me importo hoje, de mim mesmo, com qualquer coisa sobre emblemas de partidos políticos. Quando estou preocupado eu quero saber o que o homem apoia. Eu quero saber se ele acredita na Constituição; se ele acredita em suas instituições livres; se ele acredita em sua liberdade, sua independência. Eu quero saber se ele acredita na Declaração de Direitos. Eu quero saber se ele acredita na separação do poder soberano em três grandes divisões: Legislativo, Judiciário e Executivo. Eu quero saber se ele acredita na independência mútua desses poderes, de todos eles. Quando eu encontro essas coisas, então eu sei quem deve receber meu apoio, eu não me importo qual seu emblema partidário, porque, irmãos, se quisermos viver como Igreja, e progredir, e ter o direito de adorar como estamos adorando aqui hoje, devemos ter as grandes garantias que são estabelecidas em nossa Constituição. Não há outra maneira pela qual podemos assegurar essas garantias. Vocês podem olhar para os sistemas de todo o mundo onde os princípios de nossa Constituição não estão no controle e em vigor, e vocês encontrarão lá ditaduras, tiranias, opressões e, em última análise, escravidão. 

Lealdade

Eu já disse o suficiente. Acredito que vocês entendem o que eu falei. Hoje, nosso dever transcende fidelidade partidária; nosso dever hoje é o de lealdade a Constituição como foi dada para nós pelo Senhor. 

Cada funcionário federal faz um juramento de apoiar essa Constituição assim concedida. A diferença entre nós e aqueles ao Sul é essa: lá, sua fidelidade se volta para indivíduos; aqui, nossa fidelidade e nossa lealdade se volta para a Constituição e para os princípios que ela incorpora, não a indivíduos. 

Deus nos deu sabedoria e nos capacitou nesses tempos problemáticos e conflituosos a ver claramente nosso caminho, para que possamos ser um instrumento em apoiar a Constituição, na defesa de nossas instituições livres, nossos direitos civis, nossa liberdade de expressão, de imprensa, de religião e de consciência. Se permanecermos juntos podemos salvar a Constituição, como foi previsto, se não permanecermos juntos, não poderemos realizar essa grande tarefa. 

Deus permita que sejamos verdadeiros, eu oro, em nome de Jesus Cristo. Amém.

Tradução: João Henrique Pereira

Um comentário:

  1. Parabéns pelos seus posts buscava algo assim fico plenamente triste em ver membros da igreja sem entender a doutrina e abraçarem o socialismo/comunismo. Completamente plausível que essa ideologia é do inimigo como o Profeta Benson falou espero que um dia todos os membros enxerguem o que realmente é o comunismo.

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